A diva brinda-nos a 25 de Julho... e graças ao amigo Bruno estarei lá na primeira fila!
sexta-feira, 25 de maio de 2007
quinta-feira, 24 de maio de 2007
Agenda





Os Pioneiros de Portugal




http://www.pioneirosportugal.org
http://pioneirosportugal.blogspot.com
segunda-feira, 21 de maio de 2007
Ligação directa

A principio é simples, anda-se sozinho
quarta-feira, 16 de maio de 2007
Carta

segunda-feira, 14 de maio de 2007
U2 - Ultraviolet (Light My Way)
"Amo-te enquanto restarem os meus dias contigo!" dizia ela. Dizia ela aquilo que hoje em dia é mais certo dizer. Dizia ela mas embora esforçando-se, não o sentia, desenquadrada no cenário da contemporaneidade.
Há um ano a sua vida era tão diferente. A mudança não foi próspera mas era inevitável. Faz parte da natureza do homem a inconstância. O desconforto de estar simplesmente, deixando o tempo sulcar os veios da nossa pele e alma.
Há um ano os dias tinham mais luz... uma falsa luz, projectada por fantasias de uma mente sedenta por luz, por água impregnada de sensações e vivências partilhadas. Onde está agora a luz? A verdadeira luz que exala do nosso corpo, no nosso permanecer na vida, com as raízes bem afundadas no ventre da vida. Onde está a luz, afundadas as raízes no ventre da vida, que faz crescer os ramos em direcção ao céu, lutando contra o atrito. A luz que alimenta as folhas gratas e generosas.
A luz está dentro dela. Só lhe falta encontar o botão.
sexta-feira, 11 de maio de 2007
Sofrimento...

Sigmund Freud, in 'As Palavras de Freud'
terça-feira, 8 de maio de 2007
Café frio

segunda-feira, 7 de maio de 2007
E agora algo verdadeiramente preconceituoso

domingo, 6 de maio de 2007
sexta-feira, 4 de maio de 2007
2 Amores
Uma verdadeira bebedeira de riso, que funcionou como terapia para uma excelente digestão e uma boa noite de sono.
Continuo a achar que o simãozinho andava metido com o carlinhos...e que a cobra se escondia no vestido cor de laranja da freira. Mas a tinta vermelha na realidade era o sangue do carlinhos que foi morto pelo companheiro, o vizinho de cima. E é sempre a apitar o taxi... Mas o Horta, na horta afinal em vez de pepinos, plantou tomates, vermelhos que escorriam pela casa de banho do Santos...
Enfim...Muito Bom!

quinta-feira, 3 de maio de 2007
D. Sebastião

Reza assim uma crónica que desencantei numa revista feminina. Fala sobre os princípes/princesas encantados, essas figuras miticas que povoam o nosso imaginário. Todas recusamos assumir que o esperamos e a espera é aquela velha faca de dois gumes: desespera-se ou alcança-se?
Há quem tenha a felicidade de encontrar um aceitável substituto da sua alma gémea idealizada. Não se chama a isto contentar-se com o que vem à rede é peixe, mas apenas um franco exercício de bom senso. Além de que se aceita universalmente que o mais repelente sapo se pode transformar num etéreo princípe, seja qual fôr a imagem congeminada no nosso sub-consciente.
A crónica aponta o dedo aquelas pessoas que vão rejeitando sucessivos candidatos ao lugar de soberano, aquelas que optam por esperar o cavalo branco e respectiva montada. Esquece aquelas outras pessoas que nunca foram eleitas para experimentar o sapato de cristal, aquelas outras pessoas que não se debatem com sucessivos proponentes...

Há pessoas que esperando ou não um D. Sebastião se perdem no nevoeiro e não chegam a cruzar-se com ninguém.
Será então justo acusar aqueles que esperam de snobismo quando podem ser vítimas de falta de oportunidades? Alguns não exercem qualquer tipo de preconceito social, ficando até bastante satisfeitos em encontrar um "plebeu".
Sophia de Mello Breyner Andresen
quarta-feira, 2 de maio de 2007
Amigo
Amigo,
que embarcas hoje nesse navio,
que te embrutece...
Solta as amarras e grita.
E que o vento,
traga no teu grito a luz
e a força que te faz vencer as marés.
Pinta um ondular perfeito,
sem nós de corda.
Escreve no vidro embaciado
a alegria do regresso,
depois de meses no mar.
Ri-te,
quando a espuma te salpicar de saudade.
Vai, mas volta.
Nalguma maré,
nalguma madrugada.